Meu Spock se foi…

Ontem meu Spock foi para o céu dos gatinhos.

spock

Estou com tanta saudade de você...

Meu filho felino sempre teve diversos problemas de saúde durante seus seis aninhos de vida. Foram viroses, um troço estranho que o fez perder o pêlo das orelhas, problemas renais e por último lipidose hepática. Apesar de todos esses problemas, sempre foi um gatinho feliz e muito educado. Um lord, como eu costumava dizer.

Esses últimos dois meses foram de luta contra seu problema no fígado. Diariamente tinha que fazê-lo comer e tomar os remédios. Essa semana finalmente ele ficou bem, fazendo gracinha e mais abusado do que nunca. Ontem acordou vomitando e em poucas horas teve uma parada respiratória enquanto a veterinária ainda cuidava dele.

Não sabemos ao certo o que aconteceu, só sei que ele não vai mais alegrar a minha vida e nem vai disputar mais a cadeira do computador comigo. O gatinho que cuidei desde pequeno, que alimentei na mamadeira, que me deu tantas alegrias, que foi meu companheiro para todas as horas, que lambia meu cabelo, que dormia na minha barriga e a quem amei incondicionalmente não estará comigo a partir de hoje.

Fica nessa hora a tristeza de perder mais do que um animal. Uma parte de mim, foi ontem com meu negão. Rezem para que ele esteja muito feliz no lugar onde está agora pq ele merece. Espero que pra onde Spock tenha ido exista uma cadeira fofinha para ele dormir, água pingando da bica para ele beber e muito atum para fazê-lo feliz. Amo você, meu negão.

A Alma dos Animais

Como ler e escrever são sempre um bom remédio para a minha alma, resolvi pensar em algo para postar aqui. Lembrei do um livro A Alma nos Animais de Ernesto Bozzano. Trata-se de uma obra de inspiração espírita (apesar de buscar um tom científico) que pesquisa sobre a sobrevivência da alma animal. São “130 casos de materializações de animais, visão e identificação de espíritos de animais mortos, alucinações telepáticas percebidas ao mesmo tempo pelo animal e pelo homem, bem como várias aparições de animais sob forma simbólico-premonitória”.

Li com bastante interesse, porque a obra é todo dividida em categorias e repleto de relatos emocionantes envolvendo cães, cavalos, gatos e outros animais em situações post-mortem. São cães que mesmo distantes de seus donos, buscam o conforto deles durante seus momentos finais. Relatos de donos que ouvem arranhões na porta tal qual faziam seus gatos quando vivos. São inúmeras experiências visuais, auditivas, individuais e coletivas.

Alguns casos são de arrepiar, mas ao mesmo tempo tocam o coração de quem ama um animalzinho. Um exemplo que separei foi o caso de Elizabeth d´Espérance. Uma manhã, na sua casa de jantar, viu uma sua cadela Morna, que viveu com ela vários anos, mas hoje vivia em outra casa. Ela correu pelo aposento e se escondeu em baixo da mesa. Elizabeth pensou que o novo dono da cadela, que vivia a 160km de distância,tinha devolvido o animal. Mas, quando voltou a sala, Morna tinha desaparecido. Naquele momento, acreditou ser uma alucinação. Algum tempo depois se encontrou com o dono da terrier, soube que Morna tinha morrido depois de brigar com outro cão. A morte tinha acontecido no mesmo dia da sua surpreendente aparição na casa de Elizabeth.

Não é uma leitura rápida e agradável, já que o livro foi escrito há décadas atrás e possui uma linguagem que beira um trabalho cientifico. Mas hoje vejo que é um livro reconfortante para quem sempre acreditou nos sentimentos de seus animais e os amou muito.

Para saber mais

Alma dos animais – Matéria da Revista Cristã de Espiritísmo

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2 Respostas para “Meu Spock se foi…

  1. É AMIGA QUE PENA! GATOS DEIXAM SAUDADES.

  2. Lamento sua perda que é irreparável… aind ahoje sinto muita, mas muita falta do meu blackinho, que acredito voltou para mim na forma do meu primeiro gato, têm as mesmas manias, o mesmo jeito de ser, é preto como o nome do meu poodle, que era cinza naa verdade e inclucive rechaça meus apertões extamente da mesma forma que o meu amiguinho falecido. E ah, chegou cerca de um mês e meio depois da morte dele. Quando eu ainda sentia muito a sua partida.

    O Samy foi um conforto na época porque logo de cara consegui ver o black nele, todinho, apesar da discrepância das espécies. Então, acredito que isso aconteceu p eu não ficar “sozinha”. Tinha o black desde os 8 anos de idade e ele morreu quando eu ia fazer 24. Coisa pra caramba né?!

    Mas enfim, sempre vou amar e lembrar dele. Sempre!

    Forças para suportar esse momento!

    abs

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